VOCÊ SABIA QUE FREDDIE MERCURY FOI UM REFUGIADO?

Provavelmente a ideia negativa mais ampla e comum sobre refugiados é o estereótipo de “ladrões de empregos”. Empregos, espaço, recursos, o ser humano não é exatamente um animal coletivista. Porém, por mais que tracemos linhas imaginárias dividindo pessoas, áreas e culturas, o trabalho, pesquisa e contribuição de um único ser humano tem o potencial de beneficiar o planeta e sociedade como um todo. Einstein por exemplo, talvez nunca tivesse vivido o suficiente para fazer tudo que fez se permanecesse na Alemanha enquanto judeu durante o regime nazista. Sim, ele viveu como refugiado em solo estadunidense. E sobre o próprio Estados Unidos, sua primeira secretária de Estado, Madeleine Albright, veio ao país como refugiada da República Tcheca fugindo do regime autoritário. A própria Hollywood foi construída por muitos imigrantes e refugiados, como Rachel Weisz, Mila Kunis, Andy Garcia e diversos outros atores ainda vivos e que já viveram. Mas não só cientistas e atores, escritores também, como Elie Wiesel, cantores, artistas, formadores de opinião, empresários… Em sumo, conceder um refúgio, ajudar quem perdeu tudo e a quem o mundo e os conflitos humanos lhe cortaram oportunidades, é simplesmente permitir que pessoas façam o que podem fazer, que tenham a chance de fazer a diferença que a história já mostrou ser potencialmente transformadora mundialmente. Igualdade de oportunidade.
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